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Die Tiere wurden extensiv gehalten und hier und da auch in "Viehherden", Gemeinschaftsställe, die bis vor einigen Jahren im Alentejo-Gebiet bestanden.

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Os animais viviam em regime extensivo e, complementarmente, por vezes, em "adúas", currais comunitários existentes até há poucos anos nas terras alentejanas.

Senast uppdaterad: 2014-10-23
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Tyska

Gemeinschaftsstall

Portugisiska

estábulo coletivo 

Senast uppdaterad: 2014-11-14
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Tyska

Zusammenhang mit dem geographischen Gebiet: Erste Zeugnisse für den Verzehr von Schweinefleisch in der Ernährung des Menschen wurden im Baixo Alentejo aus der Bronzezeit entdeckt, vor allem in Hünengräbern und anderen Steinmonumenten. Weitere Hinweise auf den Verzehr von Schweinefleisch in der Region stammen aus dem 4. Jahrhundert v. Chr. während der Keltenherrschaft. Diese Völker trugen in bedeutendem Maße zur Diversifizierung der Ernährungsgewohnheiten im Baixo Alentejo bei. Aufgrund der Tradition der Römer nahm der Verzehr von Schweinefleisch später während deren Herrschaft in der Region zu. Diese Kolonisatoren fanden dort neue Verfahren vor: die Fütterung der Schweine mit Eicheln und die Verwendung einheimischer Gewürzpflanzen bei der Zubereitung der Nahrungsmittel. Im 1. Jahrtausend n. Chr. findet die Invasion der Mauren statt. Die Verbote des Korans hatten jedoch keinen Einfluss auf die lokalen Gewohnheiten. Ein wichtiger Beitrag war die Einführung von Gewürzen in die lokale Küche. Im Verlaufe der Jahrhunderte finden sich zahlreiche Hinweise auf die Haltung von Schweinen, die mit Eicheln der Korkeichen gefüttert wurden, da deren Fleisch frisch bzw. konserviert in der Region am meisten verzehrt wurde. Die Tiere wurden extensiv gehalten und hier und da auch in "Viehherden", Gemeinschaftsställe, die bis vor einigen Jahren im Alentejo-Gebiet bestanden. Somit spielt das Schwein seit dem Altertum bis in unsere Zeit eine einzigartige Rolle in der alentejanischen Gastronomie. Aus der Notwendigkeit heraus, Schweinefleisch das gesamte Jahres hindurch zu konservieren, wurde die Kunst der Wurstherstellung entwickelt, für die Linguiça do Baixo Alentejo bzw. Chouriço de Carne do Baixo Alentejp ein herausragendes Beispiel ist. Zusammengefasst lässt sich sagen, dass die Verbindung zwischen Linguiça do Baixo Alentejo bzw. Chouriço de Carne do Baixo Alentejp und der Region durch drei wesentliche Elemente gekennzeichnet ist: Das verwendete Fleisch stammt von einer bodenstämmigen Tierrasse der Region; die Tiere werden in den Korkeichenwäldern der Region gehalten; das Fleisch hat einen spezifischen Geschmack durch seine Gewürze und sensoriellen Eigenschaften, durch die es sich von den übrigen Wursterzeugnissen des Alentejo unterscheidet.

Portugisiska

Relação: O consumo de carne de porco na alimentação humana foi detectada no Baixo Alentejo em vestígios que datam da Idade do Bronze, nomeadamente, junto a antas e outros monumentos megalíticos. O consumo desta carne é igualmente referenciado na região, no séc. IV a.C., durante um período de domínio celta. Estes povos contribuíram de forma importante para a diversificação dos hábitos alimentares do Baixo Alentejo. Mais tarde, o consumo de carne de porco reforçou-se face à tradição romana, aquando do seu domínio na região. Estes colonizadores encontraram aí aspectos inovadores: o porco alimentado a bolota e a utilização de plantas aromáticas locais na confecção de alimentos. No primeiro milénio d.C. assiste-se à chegada dos invasores muçulmanos. No entanto, as interdições do Corão não terão influenciado os hábitos locais. Contribuição relevante terá sido a introdução de especiarias na culinária local. Ao longo dos séculos são numerosas as referências à presença de porcos alimentados com bolota dos montados, sendo a sua carne a mais consumida na região, em fresco ou conservada. Os animais viviam em regime extensivo e, complementarmente, por vezes, em "adúas", currais comunitários existentes até há poucos anos nas terras alentejanas. O porco tem tido, assim, um papel ímpar na gastronomia alentejana, desde a antiguidade até aos nossos dias. A necessidade de conservar a carne de porco ao longo de todo o ano deu origem ao desenvolvimento da arte da salsicharia, da qual a Linguiça do Baixo Alentejo ou Chouriço de Carne do Baixo Alentejo é expoente importante. Em resumo, a relação da Linguiça do Baixo Alentejo ou Chouriço de Carne do Baixo Alentejo com a região é feita através de 3 elementos básicos: a carne usada é de uma animal de raça autóctone da região; este animal é criado nos montados da região; a carne tem tempero específico, com condimentos e forma de apresentação e características sensoriais diferenciadas em relação aos restantes produtos da salsicharia do Alentejo.

Senast uppdaterad: 2008-03-04
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Zusammenhang mit dem geographischen Gebiet: Erste Zeugnisse für den Verzehr von Schweinefleisch in der Ernährung des Menschen wurden im Baixo Alentejo aus der Bronzezeit entdeckt, vor allem in Hünengräbern und anderen Steinmonumenten. Weitere Hinweise auf den Verzehr von Schweinefleisch in der Region stammen aus dem 4. Jahrhundert v. Chr. während der Keltenherrschaft. Diese Völker trugen in bedeutendem Maße zur Diversifizierung der Ernährungsgewohnheiten im Baixo Alentejo bei. Aufgrund der Tradition der Römer nahm der Verzehr von Schweinefleisch später während deren Herrschaft in der Region zu. Diese Kolonisatoren fanden dort neue Verfahren vor: die Fütterung der Schweine mit Eicheln und die Vewendung einheimischer Gewürzpflanzen bei der Zubereitung von Nahrungsmitteln. Im 1. Jahrtausend n. Chr. findet die Invasion der Mauren statt. Die Verbote des Korans hatten jedoch keinen Einfluss auf die lokalen Gewohnheiten. Ein wichtiger Beitrag war die Einführung von Gewürzen in die einheimische Küche. Im Verlaufe der Jahrhunderte finden sich zahlreiche Hinweise auf die Haltung von Schweinen, die mit Eicheln der Korkeichen gefüttert wurden, da deren Fleisch frisch bzw. konserviert in der Region am meisten verzehrt wurde. Die Tiere wurden extensiv gehalten und hier und da auch in "Viehherden", Gemeinschaftsställe, die bis vor einigen Jahren im Alentejo-Gebiet bestanden. Somit spielt das Schwein seit dem Altertum bis in unsere Zeit eine einzigartige Rolle in der alentejanischen Gastronomie. Aus der Notwendigkeit heraus, Schweinefleisch das gesamte Jahr hindurch zu konservieren, wurde die Kunst der Wurstherstellung entwickelt, für die Paio de Beja ein herausragendes Beispiel ist. Zusammengefasst lässt sich sagen, dass die Verbindung zwischen Paio de Beja und der Region durch drei wesentliche Elemente gekennzeichnet ist: Das verwendete Fleisch stammt von einer bodenstämmigen Tierrasse der Region; die Tiere werden in den Korkeichenwäldern der Region gehalten; das Fleisch hat einen spezifischen Geschmack durch seine Gewürze und sensoriellen Eigenschaften, durch die es sich von den übrigen Wursterzeugnissen des Alentejo unterscheidet.

Portugisiska

Relação: O consumo de carne de porco na alimentação humana foi detectada no Baixo Alentejo em vestígios que datam da Idade do Bronze, nomeadamente, junto a antas e outros monumentos megalíticos. O consumo desta carne é igualmente referenciado na região, no séc. IV a.C., durante um período de domínio celta. Estes povos contribuíram de forma importante para a diversificação dos hábitos alimentares do Baixo Alentejo. Mais tarde, o consumo de carne de porco reforçou-se face à tradição romana, aquando do seu domínio na região. Estes colonizadores encontraram aí aspectos inovadores: o porco alimentado a bolota e a utilização de plantas aromáticas locais na confecção de alimentos. No primeiro milénio d.C. assiste-se à chegada dos invasores muçulmanos. No entanto, as interdições do Corão não terão influenciado os hábitos locais. Contribuição relevante terá sido a introdução de especiarias na culinária local. Ao longo dos séculos são numerosas as referências à presença de porcos alimentados com bolota dos montados, sendo a sua carne a mais consumida na região, em fresco ou conservada. Os animais viviam em regime extensivo e, complementarmente, por vezes, em%quot%adúas%quot%, currais comunitários existentes até há poucos anos nas terras alentejanas. O porco tem tido, assim, um papel ímpar na gastronomia alentejana, desde a antiguidade até aos nossos dias. A necessidade de conservar a carne de porco ao longo de todo o ano deu origem ao desenvolvimento da arte da salsicharia, da qual o Paio de Beja é expoente importante. Em resumo, a relação do Paio de Beja com a região é feita através de 3 elementos básicos: a carne usada é de uma animal de raça autóctone da região; este animal é criado nos montados da região; a carne tem tempero específico, com condimentos e forma de apresentação e características sensoriais diferenciadas em relação aos restantes produtos da salsicharia do Alentejo.

Senast uppdaterad: 2008-03-04
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