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1 capÍtulo i introduÇÃo 1.1 antecedentes a adolescência é uma fase entre a infância e a idade adulta. esse período geralmente começa aos 14 anos para meninos e 10 para meninas.

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Última actualización: 2020-10-09
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1 capÍtulo i introduÇÃo 1.1 antecedentes a adolescência é uma fase entre a infância e a idade adulta. esse período geralmente começa aos 14 anos para meninos e 10 para meninas.

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1 capÍtulo i introduÇÃo 1.1 antecedentes a adolescência é uma fase entre a infância e a idade adulta. esse período geralmente começa aos 14 anos para meninos e 10 para meninas.

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repÚblica democrÁtica de timor­leste governo ____________________ decreto n.o 4 /2004 de 7 de maio regularizaÇÃo de estrangeiros em territÓrio nacional a lei de imigração e asilo n.° 9/2003 de 15 de outubro (lia), veio definir novo regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território de timor­leste. havendo necessidade de estabelecer os procedimentos relativos à regularização dos estrangeiros que tenham entrado no país a partir de 7 de dezembro de 1975 e que se encontrem a exercer em território nacional actividade para a qual, nos termos dessa lei é necessário ser residente ou titular de visto adequado. o governo decreta, ao abrigo do previsto no artigo 131.° da lei n.º 9 de 2003 de 15 de outubro, para valer como regulamento, o seguinte: artigo 1.oÂmbito o presente diploma aplica­se aos estrangeiros que tenham entrado no país a partir de 07 de dezembro de 1975 e se encontrem a exercer em território nacional actividade para a qual, nos termos da lia, é necessário ser residente ou titular de visto adequado. artigo 2.o prazo os pedidos de visto ao abrigo do presente diploma, devem ser apresentados no prazo de 90 dias contados a partir de entrada em vigor do presente diploma. artigo 3.o vistos 1. o estrangeiro que pretenda regularizar a sua situação ao abrigo do presente diploma deve requerer visto de fixação de permanência a fim de solicitar autorização de residência, ou outro visto adequado. 2. o estrangeiro que tenha à data da publicação deste diploma registo nos serviços de imigração e cumprido as disposições legais relativas à sua permanência fica isento de visto para fixação de residência para efeitos de solicitação de autorização de residência. 3. para efeitos do número anterior o estrangeiro deve fazer prova de que entrou em território nacional até à data de publicação da lia e aqui permaneceu com regularidade até à data de publicação do presente diploma. artigo 4.o meios de provaa prova de entrada e permanência a que se refere o número 3 do artigo anterior, faz­se através da apresentação de passaporte com aposição de carimbo de entrada anterior a quinze de outubro dois mil e três, ou qualquer outro meio de prova adequado à sua permanência em território nacional. artigo 5.o pedido de visto 1. o pedido de visto que, deve ser apresentado pelo requerente nos serviços de imigração ou no posto de fronteira de sakato/wini, oe­cusse e formulado em impresso próprio assinado pelo requerente e instruído com toda a documentação necessária. 2. quando o requerente for menor ou incapaz, o pedido de visto deve ser assinado pelo respectivo representante legal. 3. em casos excepcionais devidamente fundamentados pode o pedido ser apresentado por terceiros munidos de procuração e documento justificativo do impedimento do requerente. artigo 6. o elementos do pedido do pedido de visto devem contar os seguintes elementos: a) fotografias iguais, tipo passe, a cores e fundo liso, actualizadas e com boas condições de identificação do requerente; b) a identificação completa do requerente e, caso seja titular de passaporte familiar ou de passaporte colectivo, do cônjuge, dos dependentes ou dos elementos do grupo que neles se encontram mencionados que pretendam beneficiar do visto; c) o tipo, número, data, local de emissão e validade do documento de viagem e a identificação da autoridade que o emitiu; d) o objectivo da estada;e) o período e local de permanência. artigo 7.o admissibilidade do pedido de visto 1. para efeitos de admissibilidade do pedido é necessário apresentar o formulário de pedido de visto devidamente preenchido, documento de viagem válido e comprovativo de residência, podendo os restantes documentos ser apresentados até a data limite estabelecida neste diploma para a regularização. 2. em caso de extravio ou invalidade do documento de viagem, poderá ser entregue comprovativo do pedido de emissão desse documento. 3. aquando da admissão do pedido é emitido um recibo, o qual faz prova de que o estrangeiro se encontra em processo de regularização. artigo 8.o instrução do pedido de visto 1. sem prejuízo dos documentos específicos exigido para cada tipo de visto, os pedidos devem ser instruídos com os seguintes documentos: a) certificado do registo criminal emitido pela autoridade competente do país de nacionalidade do requerente ou do país em que este resida há mais de um ano; b) atestado de robustez física e psíquica; c) comprovativo de residência, nomeadamente, contrato de arrendamento, declaração do proprietário ou declaração do administrador de distrito; d) comprovativo da existência de meios de subsistência, atenta a natureza do tipo de visto solicitado. 2. quando o pedido de visto respeitante a menor de 18 anos não seja apresentado por quem exerça o poder paternal deve ser acompanhado da devida autorização. artigo 9.o visto comum classe iii 1. o pedido de visto comum classe iii, previsto no número 4 do artigo 35.° da lia, deve ser acompanhado do comprovativo da matrícula num estabelecimento de ensino ou de atestado de frequência emitido pelo referido estabelecimento. 2. os requerentes de visto de estudo devem apresentar documento comprovativo da disponibilidade de rendimentos em território nacional ou, no caso de estudantes bolseiros, comprovativo da existência da respectiva bolsa. 3. a apresentação do documento comprovativo de que o requerente é beneficiário da bolsa de estudo dispensa a entrega da prova referente à posse de meios de subsistência. artigo 10.o visto comum classe iv 1. o pedido de visto comum classe iv, previsto no número 5 do artigo 35.° da lia, deve ser acompanhado da reserva de viagem de regresso e dos documentos justificativos do objectivo e das condições da estada prevista. 2. os documentos justificativos a que se refere o número anterior deverão ter em conta as diferentes situações, e são os seguintes: a) declaração de instituição de ensino ou instituições oficiais do estado de origem, quando invocado o motivo de viagem cultural ou de investigação científicas; b) convite ou contrato realizado com entidades públicas ou privadas devidamente acreditadas na rdtl, quando na condição de artista ou desportista. c) declaração do órgão de comunicação social de origem e carteira profissional, quando na condição de jornalista. 3. o requerente deve fazer prova de que dispõe de meios de subsistência suficientes para o período da estada. artigo 11.o visto de trabalho 1. o pedido de visto de trabalho previsto no artigo 36.° da lia, para trabalhadores dependentes, deve ser acompanhado de contrato de trabalho assinado por ambas as partes ou, no caso de a empresa ou instituição para a qual trabalham ter sede em país estrangeiro, contrato de trabalho do país de origem e declaração da empresa ou instituição local para a qual estão a prestar serviços. 2. o pedido de visto de trabalho previsto no artigo 36.° da lia, para trabalhadores independentes, deve ser acompanhado do contrato de prestação de serviços ou comprovativo de registo da actividade comercial exercida. 3. a apresentação do pedido de visto de trabalho deve ser acompanhada do parecer favorável da secretaria de estado do trabalho e solidariedade. 4. os trabalhadores e voluntários a operar em território nacional, no âmbito de organizações não governamentais (ong), são considerados para efeitos de obtenção de visto de trabalho “trabalhadores dependentes”. artigo 12.o visto de fixação de permanência 1. o pedido de visto de fixação de permanência deve ser acompanhado de declaração do requerente quanto à finalidade pretendida com a estada. 2. a prova dos meios de subsistência pode ser feita nos seguintes termos: a) no caso de cidadão estrangeiro reformado, através de documento comprovativo da pensão e do respectivo montante, bem como da garantia do seu pagamento em território nacional; b) no caso de cidadão estrangeiro que vive de rendimentos de bens móveis ou imóveis, da propriedade intelectual ou aplicações financeiras, através de documento comprovativo da existência e montante de tais rendimentos, assim como da possibilidade da sua disponibilidade em timor­leste; c) contrato de trabalho assinado por ambas as partes ou, em caso de a sede da empresa ou instituição para a qual trabalha ser no estrangeiro, contrato de trabalho do país de origem e declaração da empresa ou instituição local para a qual estão a prestar serviço; d) contrato de prestação de serviços ou comprovativo de registo de actividade comercial exercida; e) termo de responsabilidade nos termos do artigo 18.° da lia. 3. a apresentação do pedido de visto de permanência para o exercício de uma actividade profissional deve ser acompanhada do parecer favorável da secretaria de estado do trabalho e solidariedade e comprovativo da situação regularizada nas finanças. 4. para efeitos de pedido de visto de fixação de permanência os contratos de trabalho devem ter validade igual ou superior a 2 anos. artigo 13.o contratos de trabalho ou prestação de serviços 1. os contratos de trabalho e prestação de serviço referidos nos artigos 11.º e 12.º devem obedecer ao modelo standard ou ser aprovados pela secretaria de estado do trabalho e solidariedade. 2. os contratos que sejam celebrados em língua estrangeira só são aprovados com a respectiva tradução oficial numa das línguas oficiais, português ou tétum. artigo 14.o instrução do pedido 1. a autoridade receptora, na instrução do pedido, deve: a) comprovar a identidade do requerente; b) verificar se o requerente consta da lista nacional de pessoas não admissíveis;c) verificar a regularidade, autenticidade e validade do documento de viagem apresentado pelo requerente, tendo em conta, o referido no número 2 do artigo 16.° da lia; d) comprovar se o documento de viagem permite o regresso do requerente ao país de origem ou a sua entrada num país terceiro; e) apurar da existência e validade da autorização de saída ou do visto de regresso ao país de proveniência, sempre que esta formalidade for requerida pelas autoridades competentes, devendo observar­se o mesmo procedimento relativamente à autorização de entrada num país terceiro; f) exigir a apresentação dos elementos que sejam necessários ao esclarecimento de quaisquer dúvidas acerca dos elementos constantes do pedido; g) emitir o respectivo parecer devidamente fundamentado. 2. a autoridade receptora pode, em qualquer fase do processo, exigir a presença do requerente nos serviços de imigração, tendo em vista a recolha de elementos cujo conhecimento seja conveniente para a instrução e decisão do pedido. artigo 15.o indeferimento liminar do pedido 1. a autoridade receptora deve indeferir liminarmente os pedidos que não sejam instruídos com os documentos exigidos ou se encontrem insuficientemente fundamentados. 2. as pessoas a quem seja indeferido o pedido serão notificadas para efeitos de abandono o território nacional não lhes sendo aplicáveis as penalidades previstas no artigo 74.° da lia. artigo 16.o concessão dos vistos 1. os vistos devem ser concedidos em documentos de viagem válidos, emitidos pelas competentes autoridades de estados ou por organizações internacionais de que timor­leste faça parte. 2. os vistos, depois de devidamente autorizados, são emitidos e concedidos, em território nacional, pelo departamento de migração da pntl. artigo 17.o processos de expulsão a admissão do pedido de visto ao abrigo do presente diploma suspende os processos de expulsão em curso e o prazo concedido na notificação para efeitos de abandono do território nacional ao abrigo do artigo 64.º da lia. artigo 18.o modelo de formulário o formulário de pedido de visto é de modelo que se encontra em anexo e deverá ser adquirido nos serviços de imigração. artigo 19.o entrada em vigor o presente decreto entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. aprovado em conselho de ministros, aos 7 de maio de 2004.publique­se. o primeiro­ministro ______________________ (mari bim amude alkatiri) o ministro de estado, dos negócios estrangeiros e cooperação ________________ (josé ramos­horta) o ministro do interior ___________________________ (rogério tiago de fátima lobato)

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i. introdução um plano de fundo o peixe patin (pangasius hypophtalmus) é um tipo de peixe aquático o peixe de água doce é popular entre os fãs de pratos de peixe de água doce. peixe-gato tem bom gosto. por outro lado, esses peixes são capazes de sobreviver em águas ruins. para que este peixe fique interessante para ser cultivado comercial (khairuman, 2007)

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tem bom gosto. por outro lado, esses peixes são capazes de sobreviver em águas ruins. para que este peixe fique interessante para ser cultivado comercial (khairuman, 2007)

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anÁlise do planejamento de recrutamento de recursos humanos em alola fundasaun de raul hornay 08.e. 01.161 departamento de ciÊncias e gestÃo faculdadede economia e gestÃo timor lorosa's nacional universidade (untl) 2020 anÁlise do planejamento de recrutamento de recursos humanos em alola fundasaun proposta como requisito para o preenchimento do diploma de bacharel (s1) no departamento de gestão, faculdade economi e gestão, universidade nacional timor leste de raul hornay 08.e. 01.161 departamento de ciÊncias e gestÃo faculdadede economia e gestÃo timor lorosa's nacional universidade (untl) 2016 porco preliminares 1.1 antecedentes da pesquisa os recursos humanos são um dos ativos de propriedade da organização na execução de suas operações e são muito rápidos em guerra; portanto, os recursos humanos são necessários para empresas com fins lucrativos e empresas com fins lucrativos, incluindo instituições comunitárias (ongs). as instituições sociais comunitárias são um tipo de organização sem fins lucrativos. juntamente com o rápido desenvolvimento das instituições sociais da comunidade, certamente necessitam urgentemente de recursos humanos com certas habilidades. em timor-leste, a fundasaun alola foi criada em 2001. a fundasaun alola é uma das organizações nacionais da organização social que trabalha na área da saúde materno-infantil, educação e melhoria da leitura e escrita, capacitação econômica, advocacia para mulheres em timor-leste. essa situação exige que a administração da fundasaun alola seja ainda mais ativa na maximização de seu desempenho, para apoiar as operações da organização a funcionar sem problemas, fornecendo recursos humanos competentes. para apoiar o aumento de recursos humanos na fundasaun alola, existem várias instituições de ensino, como universidades, instituições de ensino e treinamento, para apoiar o crescimento desses recursos humanos. a gestão de recursos humanos é vista como um papel muito importante. o gerenciamento de recursos humanos é um processo que inclui avaliar necessidades, levar as pessoas a atendê-las e utilizar o uso desses recursos, observando o histórico da educação ou das habilidades, do conhecimento que eles têm, de acordo com as necessidades e os objetivos da organização (mina, 2016). o papel dos gerentes de recursos humanos em uma organização ou empresa é muito importante para gerenciar, gerenciar e procurar um gerenciamento confiável de recursos humanos e motivar o gerenciamento de recursos humanos, de modo a aumentar a existência de empresas ou organizações. a gestão de recursos humanos é um dos ativos estratégicos da fundasaun alola que desempenha um papel importante no apoio ao alcance das metas e objetivos da organização. por esse motivo, o processo de satisfação dos funcionários é um dos funcionários de qualidade. no contexto de atingir os objetivos da empresa, o processo de satisfação dos funcionários da alola fundasaun é realizado de acordo com a expansão da rede. ao longo de 2018, a adição de funcionários (incluindo terceirizados atingiu 8% em relação ao ano anterior. essas adições foram dominadas pela satisfação dos funcionários como resultado do desenvolvimento da estrutura organizacional de várias unidades de projeto. a fundasaun alola oferece amplas oportunidades para todos os candidatos a candidatos que atendem aos critérios de participar da seleção de recrutamento selecionada. anunciados publicamente através do site oficial da fundasaun alola, a mídia de massa, realizada profissionalmente sem diferenciação de etnia, etnia, religião, raça, gênero ou universidades específicas.os candidatos empregados serão selecionados por seleção baseada em competências e na fase física da festa quando as partes escolhido e competente (relatório anual fundasaun alola2019). para obter recursos humanos competentes, é necessário um planejamento sólido ao recrutar ou selecionar recursos humanos com planejamento prévio; portanto, mais tarde, o processo de recrutamento também estará bem alinhado com a disparidade educacional com o trabalho que tem o efeito de aliviar a eficiência do investimento público e privado em biadang. educação influenciando os salários, bem como em outros resultados do mercado de trabalho, como insatisfação no trabalho e cobertura do emprego (hersch, 1991).

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capÍtulo ii revisÃo da literatura a. descrição do estudo 1. teoria da participação comunitária uma. definição de participação participação significa "participar" ou, de acordo com hoofsteede, "participar em uma ou mais fases do processo" (participação) significa tomar parte em uma ou mais fases de um processo1. mubyarto define participação como a vontade de ajudar cada programa a ter sucesso de acordo com a capacidade de cada um, sem sacrificar os próprios interesses2. a teoria da participação é uma teoria que fala sobre o processo de envolvimento do indivíduo em diversas atividades relacionadas à sociedade. isso está relacionado ao papel do indivíduo como um ser social que não pode escapar das circunstâncias ao seu redor. na opinião de alguns especialistas, um processo de envolvimento total em um compromisso mutuamente acordado é uma definição de participação do ponto de vista de vários especialistas. a teoria da participação também pode ser interpretada como uma relação entre a sociedade e o sistema de poder no processo de desenvolvimento, que é igualmente correlacionada. condições favoráveis ​​para ambos

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Última actualización: 2021-02-27
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diarrreía é uma doenças caracterizado por uma mudança na forma e consisteńcia fases amolecidos até derretexem e uma aumento na frecuéncia dos movimentos intestinais mais de ¾ veses ao dia é posivel, pode ser acompanhada vômitos ou feses com sange. de acordo com a oms quase 27,67% milihões de casus de diarreia

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em nossa sociedade, com o advento das tecnologias e da globalização, a ofer ta de produtos e meios de consumo se tornou intensa. hoje, é fundamental entender que o foco do mercado é atender as necessidades dos consumidores, satisfazendo suas expectativas. desse modo, para que possamos compreender como o processo de compra se desenvolve, devemos entender que o cliente passa por fases de consumo de serviços a partir dos seguintes estados mentais, conforme colocado por sant’anna (2016):

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jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 661 sexta-feira, 12 de junho de 2020 série ii, n.° 22 publicaÇÃo oficial da repÚblica democrÁtica de timor - leste sumÁrio $ 0.75 parlamento nacional : ata n.º 14 /v/ (2ª) destuitição do secretária e vice-secretária da mesa.............................661 ata n.º 15 /v/ (2ª) eleição do secretário e vice-secretário da mesa ...............................662 decisão n.º 9 /v/ca, de 3 de abril de 2019 aprova o regulamento de recrutamento de assessores e consultores para o parlamento nacional.......................................................................662 decisão n.º 13/v/ca, de 24 de maio de 2019 autoriza o secretário-geral a contratar uma agencia aerea de viagens para fornecer bilhetes de viagem aérea para o parlamento nacional......................................................................................666 decisão n.º 14_/v/ca, de 05 de julho de 2019 nomeação da senhora olinda guterres, deputada da bancada khunto, para integrar o júri do concurso público para recrutamento do secretário-geral do parlamento nacional ................................................................666 primeiro ministro despacho n.o 037/pm/vi/2020 autorização excecional de entrada de estrangeiro em território nacional por razões de interesse público e conveniência de serviço ...........................667 despachon.o 042/pm/vi/2020 autorização excecional de entrada de estrangeiro em território nacional por razões de interesse público e conveniência de serviço ............................668 despachon.o 043/pm/vi/2020 autorização excecional de entrada de estrangeiro em território nacional por razões de interesse público e conveniência de serviço...............................669 ministÉrio do interior despacho nº 30/gabmi/vi/2020 alteração do despacho n.º 26/gabmi/vi/2020, de 1 de junho................670 ministÉrio da justiÇa : estratu ba públikasaun ..............................................................670 ministÉrio para os assuntos dos combatentes da libertaÇÃo nacional : despacho n.º 01/viii-gc/macln/2020 de 08 de junho sobre a delegação de competências no secretário de estado para os assuntos dos combatentes da libertação nacional...........................................670 ministÉrio da administraÇÃo estatal : despacho nº 01 / m - mae / vi / 2020 delegação de competências ........................................................672 ata n.º 14 /v/ (2ª) destuitiÇÃo do secretÁria e vice-secretÁria da mesa — aos dois dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte, ao abrigo do disposto no artigo 20.º-b do regimento do parlamento nacional, procedeu-se, no plenário do parlamento nacional de timor-leste, à votação da destituição da secretária e da vice-secretária da mesa do parlamento nacional, respetivamente, senhora deputada maria terezinha viegas e senhora deputada isabel m. b. freitas ximenes.————— —realizada a votação por escrutínio secreto, com a presença de 42 deputados, foi de seguida feita a contagem dos votos entradas na urna, apurando-se os seguintes resultados:—— ——votantes: 42;—————————————————— ——votos a favor: 39;———————————————’ ——votos contra: 0-;———————————————— —abstenções: 3; ————————————————— —votos em branco: 0;———————————————— —votos nulos: 0.—————————————————— —supervisionaram a contagem dos votos os senhores deputados elvina sousa carvalho (pd) e mariano fatubai mota (fretilin).————————————————— —nos termos legais e regimentais aplicáves e face aos resultados obtidos, foi declarada a destituição senhora deputada maria terezinha viegas do cargo de secretária da mesa do parlamento nacional e a destituição da senhora deputada isabel m. b. freitas ximenes do cargo de vicesecretária da mesa do parlamento nacional.——————— —para constar se lavrou a presente ata, que depois lida, foi jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 662 assinada pelo presidente e pela vice-secretária do parlamento nacional.————————————————————— díli, 2 de junho de 2020. o presidente do parlamento nacional, aniceto longuinhos guterres lopes a vice-secretária da mesa, regina freitas ata n.º 15 /v/ (2ª) eleiÇÃo do secretÁrio e vice-secretÁrio da mesa — aos dois dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte, ao abrigo do disposto no artigo 19.º e no nº 2 do artigo 20.º do regimento do parlamento nacional, procedeu-se, no plenário do parlamento nacional timor-leste, à eleição do secretário e vice-secretário do parlamento nacional, tendo sido submetida a sufrágio uma lista única com os seguintes candidatos: deputada lídia norberta dos santos martins como secretária e deputado antónio maria nobre amaral tilman como vicesecretário da mesa.————————— —realizada a votação por escrutínio secreto, com a presença de 42 deputados, foi de seguida feita a contagem dos votos entradas na urna, apurando-se os seguintes resultados:—— ——votantes: 42;—————————————————— —votos a favor: 41;————————————————— —votos contra: 0-;————————————————— —abstenções: 1; ————————————————— —votos em branco: 0;———————————————— —votos nulos: 0.—————————————————— —supervisionaram a contagem dos votos os senhores deputados antónio de sá benevides (pudd) e noé da silva ximenes (plp).——————————————————— ——nos termos legais e regimentais aplicáves e face aos resultados obtidos, a senhora deputada lídia norberta dos santos martins foi declarada eleita secretária da mesa do parlamento nacional e o senhor deputado antónio maria nobre amaral tilman declarado eleito vice-secretário da mesa do parlamento nacional.——————————————— —para constar se lavrou a presente ata, que depois lida, foi assinada pelo presidente e pela vice-secretária do parlamento nacional.————————————————————— díli, 2 de junho de 2020 o presidente do parlamento nacional aniceto longuinhos guterres lopes a vice-secretária da mesa, regina freitas decisão n.º 9 /v/ca, de 3 de abril de 2019 aprova o regulamento de recrutamento de assessores e consultores para o parlamento nacional nos termos do disposto no n.º 1 do artigo 9.º da lei n.º 12/ 2017, de 24 de maio, lei da organização e funcionamento do parlamento nacional, o conselho de administração aprova, em anexo à presente decisão, o regulamento de recrutamento de assessores e consultores para o parlamento nacional. aprovada na 13.ª reunião extraordinária do conselho de administração, realizada em 3 de abril de 2019. publique-se. o presidente do parlamento nacional, arão noé de jesus da costa amaral o secretário-geral do parlamento nacional, adelino afonso de jesus jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 663 anexo regulamento de recrutamento de assessores e consultores para o parlamento nacional capÍtulo i disposições gerais artigo 1.º objeto o presente regulamento estabelece o procedimento de recrutamento dos assessores e consultores contratados pelo parlamento nacional. artigo 2.º Âmbito de aplicação 1- o presente regulamento aplica-se a todos os assessores e consultores nacionais e internacionais. 2- os contratados no âmbito do presente regulamento não adquirem o estatuto de funcionários do parlamento nacional ou agentes da administração pública, não podendo ser designados para qualquer cargo de direção e chefia. artigo 3.º princípios gerais os processos de recrutamento previstos neste regulamento obedecem aos seguintes princípios: a) princípio da transparência, tendo o recrutamento e a seleção como base o mérito e as competências profissionais; b) igualdade de condições e oportunidades para todos os candidatos; c) remuneração com base no princípio custo-benefício; d) liberdade de candidatura; e) neutralidade da composição do júri capÍtulo ii recrutamento e seleção secção i processo de recrutamento e de seleção artigo 4.º etapas do recrutamento e seleção o recrutamento e a seleção dos contratados cumprem as seguintes etapas: a) anúncio; b) receção de candidaturas; c) avaliação curricular; d) entrevista; e) verificação de referências profissionais; f) notificação do candidato selecionado; g) negociação e assinatura do contrato. artigo 5.º anúncio 1- a direção de recursos humanos e formação deve publicar o anúncio para contratação de assessores e consultores, no portal eletrónico do parlamento nacional ou em outros meios de comunicação considerados relevantes, pelo prazo mínimo de dez dias úteis. 2- o anúncio deve conter os seguintes elementos: a) os termos de referência e respetivos critérios de seleção; b) as etapas de recrutamento e seleção; c) os prazos e forma de apresentação da candidatura. artigo 6.º candidaturas 1-as candidaturas devem cumprir os seguintes requisitos: a) submissão de resposta por escrito aos critérios de seleção a qual não deve exceder 3 páginas; b) submissão do currículo; c) detalhes de contacto de 3 referências profissionais; d) declaração, sob compromisso de honra, de que todas as informações prestadas são verdadeiras; e) certificados ou diplomas académicos. 2- as respostas escritas aos critérios de seleção devem: a) descrever a capacidade para desempenhar as competências requeridas; b) citar exemplos específicos que demostrem a compreensão e os conhecimentos do candidato na área. 3-o currículo deve conter as seguintes informações: a) nome, morada, detalhes de contacto; b) detalhes do trabalho atual; c) historial de emprego; e d) experiências ou estudos relevantes. jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 664 artigo 7.º critérios de seleção obrigatórios e preferenciais 1- constitui critério de seleção obrigatório para os assessores e consultores internacionais, o domínio da língua portuguesa, e critério de seleção preferencial o conhecimento da língua tétum. 2. constitui critério de seleção obrigatório para os contratados nacionais, o domínio das duas línguas oficiais. 3. constitui critério preferencial experiência parlamentar anterior. 4. constitui critério preferencial um bom nível de conhecimento da língua inglesa. artigo 8.º método de classificação 1- a direção de recursos humanos e formação prepara o método de classificação dos candidatos para fins de avaliação curricular. 2- o método de classificação tem que ter em conta o preenchimento dos requisitos de candidatura e os critérios de seleção nos termos definidos neste regulamento. artigo 9.º painel de seleção 1- no período de receção das candidaturas, a direção de recursos humanos e formação constitui um painel de seleção, com a seguinte composição: a) um representante do gabinete de estudos estratégicos e jurídicos; b) um representante da direção, serviço ou Órgão beneficiário; c) um representante da direção de recursos humanos e formação; d) membros adicionais, caso se revele necessário. 2- o painel de seleção procede à avaliação curricular com base na classificação e determina os candidatos para a entrevista. 3- os candidatos que passarem a avaliação curricular são notificados e convidados para a entrevista. 4- os membros do painel de seleção devem declarar a existência de quaisquer conflitos de interesses em relação aos candidatos, mediante a assinatura de uma declaração que deve ser anexada ao relatório de seleção, e o presidente do painel de seleção deve decidir se esse membro deve ser dispensado da totalidade ou parte das deliberações do processo de seleção. artigo 10.º entrevista 1- a entrevista pode ser presencial ou à distância, com recurso aos meios de comunicação disponíveis. 2- a direção de recursos humanos e formação deve preparar previamente os modelos de perguntas para a entrevista, focados em questões técnicas específicas relacionadas com os requisitos de competências estipulados nos termos de referência e a sua adequação ao perfil exigido, e divulgálas aos membros do painel de seleção. 3- o painel de seleção reúne-se para entrevistar os candidatos apurados na avaliação curricular e delibera sobre a seleção do candidato ou candidatos mais qualificados para preencher a vaga. 4- caso o painel de seleção considere que nenhum candidato é adequado para preencher a vaga, deve propor que o secretariado-geral volte a anunciar a vaga. artigo 11.º verificação de referências do candidato apurado durante a entrevista 1- nos casos em que o painel de seleção recomende um ou mais candidatos, a direção de recursos humanos e formação procede à verificação das referências, preferencialmente por escrito, e da história de trabalho dos candidatos, podendo igualmente verificar as qualificações académicas ou as acreditações profissionais dos candidatos. 2- o resultado da verificação das referências e das qualificações profissionais é comunicado aos membros do painel de seleção que decidem e classificam o candidato ou candidatos a serem recomendados para preencher a vaga. artigo 12.º relatório do painel de seleção 1- cumpridos os trâmites estipulados no artigo anterior, o painel de seleção envia o relatório de seleção ao secretário-geral, recomendando, sempre que possível, os três melhores candidatos, e anexando os seguintes documentos: a) os termos de referência para a posição, bem como o plano de recrutamento; b) cópia da candidatura de todos os candidatos; c) o resultado da verificação das referências das qualificações académicas e profissionais. 2- o relatório de seleção é aprovado pelo secretário-geral quando o candidato ou candidatos cumpram ou excedam as qualificações e experiências de trabalho requeridas nos critérios de seleção estipulados nos termos de referência, dele dando conhecimento ao conselho de administração jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 665 artigo 13.º notificação dos resultados de seleção e negociação dos termos do contrato 1- após a tomada de decisão pelo secretário-geral, a direção de recursos humanos e formação do parlamento nacional inicia a negociação contratual com o candidato em questão. 2- o candidato selecionado é notificado conjuntamente com uma oferta de contrato, contendo as informações sobre os respetivos direitos e obrigações e uma proposta salarial. 3- se o primeiro melhor candidato não aceitar os termos e condições do contrato, a direção de recursos humanos e formação deve avançar para a negociação com o segundo melhor candidato, e assim sucessivamente até esgotar a lista dos candidatos recomendados. artigo 14.º aprovação final finda a negociação, a direção de recursos humanos e formação envia um ficheiro para a aprovação final do secretário-geral, contendo os seguintes documentos: a) cópia do esboço do contrato negociado com o candidato selecionado; b) prova das suas qualificações académicas. artigo 15.º assinatura do contrato e início de funções 1- após validação final do contrato pelo secretário-geral, a direção de recursos humanos e formação notifica o candidato selecionado para marcação da assinatura do contrato e início de funções. 2- a direção de recursos humanos e formação, em coordenação com o gabinete de estudos estratégicos e jurídicos, organiza uma sessão introdutória sobre o funcionamento do parlamento nacional e as funções a desempenhar. artigo 16. º adjudicação direta a contratação por ajuste direto deverá ser considerada excecional e apenas permitida após parecer favorável da direção de recursos humanos e formação e aprovação do conselho de administração. secção ii elementos do contrato, exclusividade e impedimentos artigo 17. º requisitos do contrato o contrato menciona obrigatoriamente, entre outros elementos, os seguintes: a) as partes contratantes; b) o objeto do contrato; c) a duração do contrato, com referência à data de início e do termo do contrato; d) condição para a sua renovação; e) a descrição das atividades a desempenhar; f) o local de desempenho das funções; g) regime de horário aplicável; h) o responsável pela coordenação e a principal contraparte; i) obrigatoriedade de apresentação de relatórios de atividades mensais; j) remuneração; k) direitos e obrigações das partes; l) as causas de rescisão por qualquer das partes; m) a eleição do tribunal distrital de díli como foro competente para resolução de diferendos; n) data e assinatura das partes. artigo 18. º impedimentos e exclusividade 1- os contratados estão proibidos de se relacionar e de exercer qualquer influência junto das entidades públicas ou privadas onde desempenham ou tenham desempenhado funções cujo exercício possa suscitar, em concreto, uma incompatibilidade. 2- salvo se o contrato dispuser de forma diferente os contratados exercem funções em regime de exclusividade. 3- constitui causa de rescisão unilateral do contrato o incumprimento pelo contratado do disposto neste artigo. capÍtulo iii gestão de contratos artigo 19.º gestão e fiscalização dos contratos a direção de recursos humanos e formação deve assegurar uma gestão eficiente dos contratos, sendo da sua responsabilidade: a) a revisão das necessidades de contratação e do plano de recrutamento a ser enviado para o secretário-geral, sempre que solicitado e aquando da preparação do orçamento privativo do parlamento nacional; jornal da república série ii, n.° 22 sexta-feira, 12 de junho de 2020 página 666 b) elaborar os termos de referência da posição a ser recrutada para aprovação pelo secretário-geral; c) rever e aprovar o processo de seleção; d) avaliar os pedidos de renovação de contratos. artigo 20.º avaliação de desempenho a avaliação de desempenho dos contratados ao abrigo do presente regulamento rege-se por diploma próprio. capÍtulo iv disposições finais artigo 21. º entrada em vigor o presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação decisão no 13/v/ca, de 24 de maio de 2019 autoriza o secretário-geral a contratar uma agencia aerea de viagens para fornecer bilhetes de viagem aérea para o parlamento nacional a lei nº 12/2017 de 24 de maio, lei da organização e funcionamento da administração parlamentar, estabelece as competências dos órgãos da administração do parlamento nacional. considerando que, nos termos do disposto no artigo 9º da referida lei, compete ao conselho de administração decidir sobre todas as questões de política geral de gestão do parlamento nacional e sobre os meios necessários à sua execução. assim, tendo em conta o disposto no artigo 9º no n.º 1 e 2, alínea b), o conselho de administração delibera autorizar o secretário-geral a contratar uma agencia aerea de viagens para fornecer bilhetes de viagem aérea para o parlamento nacional. a presente decisão foi tomada por pelos membros do conselho da administração presentes com 3 votos a favor,contra 0 e abstenção na : 4ª reunião ordianria do conselho de administração realizada em 24

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kapitulo i introdusaun o peixe patin (pangasius hypophtalmus) é um tipo de peixe aquático o peixe de água doce é popular entre os fãs de pratos de peixe de água doce. peixe-gato tem bom gosto. por outro lado, esses peixes são capazes de sobreviver em águas ruins. para que este peixe fique interessante para ser cultivado comercial (khairuman, 2007)

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kapitulo i introdusaun o peixe patin (pangasius hypophtalmus) é um tipo de peixe aquático o peixe de água doce é popular entre os fãs de pratos de peixe de água doce. peixe-gato tem bom gosto. por outro lado, esses peixes são capazes de sobreviver em águas ruins. para que este peixe fique interessante para ser cultivado comercial (khairuman, 2007)

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kapitulo i introdusaun o peixe patin (pangasius hypophtalmus) é um tipo de peixe aquático o peixe de água doce é popular entre os fãs de pratos de peixe de água doce. peixe-gato tem bom gosto. por outro lado, esses peixes são capazes de sobreviver em águas ruins. para que este peixe fique interessante para ser cultivado comercial (khairuman, 2007)

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o processo consiste em alocar a mistura em um recipiente adequado e deixar este em repouso sobre uma superfície preferencialmente plana e estável. a força da gravidade atuará sobre a mistura de forma a decantar a fase mais densa para o fundo do recipiente e as menos densas serão alocadas sequencialmente (por diferença de densidade) umas sobre as outras, sequencialmente, de acordo com a quantidade de compostos de diferentes densidades que compuserem a mistura. após a decantação, a separação é feita vertendo-se o líquido que fica na superfície com auxílio de um bastão de vidro em outro recipiente (normalmente béquer), mantendo o decantado no recipiente original. este processo é utilizado normalmente para separação entre sólidos e líquidos.

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o que é requisitos requisito pode ser um adjetivo que possui o significado de requerido ou aquilo que foi requisitado. já como substantivo, ele representa a condição, exigência para se obter algo. exemplos: “ele não foi contrato para o trabalho porque não possuía todos os requisitos necessários para exercer o cargo.” “É impossível termos um brasil melhor se nossos políticos não tiverem os requisitos mínimos para representar o povo.” etimologicamente, requisito vem do latim “requisitus”, termo derivado de “requirere”, que em português representam os verbos requerer ou reclamar. sinônimos para o termo requisito quando representa alguma exigência ou condição para alcançar determinado objetivo: obrigação; imposição; quesito. em relação a uma formalidade legal que torna válido um ato jurídico: pressuposto; determinação; preceito. aquilo que foi requerido: requisitado. em termos profissionais: predicados; atributos; qualidades; dotes; particularidades. requisitos para o mercado de trabalho no mundo do trabalho, pessoas que possuem requisitos diferenciados, como maiores conhecimentos em determinadas áreas, outros idiomas ou maior grau de estudo, acabam se destacando dos demais, pois as empresas estão sempre em busca de pessoas mais capazes no mercado para fazerem parte de suas equipes. além do mais, quanto maiores forem os atributos e mais requisitos preencherem, maiores serão as chances de essas pessoas ganharem um salário acima da média. análise de requisitos análise de requisitos, também conhecido como engenharia de requisitos faz parte do gerenciamento de projetos. seu principal objetivo é a análise, investigação e coleta de dados necessários para o desenvolvimento de softwares capazes de solucionar determinados problemas ou necessidades que os clientes por ventura estejam tendo. essa é a uma das primeiras fases para o desenvolvimento de um software, sendo parte fundamental para obtenção de um produto final de qualidade. uma análise de requisitos deve passar pelas seguintes fases: reconhecimento do problema avaliação, análise e busca de solução modelagem do sistema especificação dos requisitos revisão do projeto É importante enfatizar que todo o processo da análise de requisitos se dá em conjunto. tanto analistas quanto clientes devem estar envolvidos no processo para se chegar ao resultado pretendido, ou seja, no desenvolvimento de um software que atenda aos objetivos de ambas as partes. o termo requisito em inglês em inglês, requisito pode ser traduzido como “requirements”, com significado de necessidade, condição, exigência ou requerimento. também pode ter como tradução “requisite” que significa condição indispensável, coisa necessária ou requisito. exemplo: ”mary doesn’t have the necessary requirements to work here.” o significado de requisitos está na categoria significados outros significados e conceitos dissimulado noob violência doméstica impressionismo criatividade modesto vigorexia hierarquia lÍnguas isoladas king size

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os diadematidae são ouriços-do-mar geralmente de dimensões comparativamente grandes, providos de longos espinhos (os radíolos) cónicos, ocos e dispostos em grupos bem delimitados que respeitam uma simetria penta-radial, suportados por tubérculos perfurados bem salientes.[2] os espinhos são geralmente anelados nos juvenis, e ganham coloraçção variável, gerlamente cores mais escuras,nos adultos, mas podem manter as suas estrias. os radíolos secundários, mais finos e mais curtos e, muitas vezes, de coloração diferente, são geralmente equipados com glândulas de veneno, o qual pode causar dor intensa na picada, mas sem grande perigo para os humanos. os ouriços-do-mar deste grupo são por vezes totalmente negros, ou castanho-escuros, mas alguns são muito coloridos (por exemplo astropyga magnifica). a face aboral dos seus corpos apresenta geralmente zonas nuas, decoradas por motivos coloridos, em gerla com cores lumiosas e contrastantes. a papila anal, caraacterística, é geralmente volumosa, formando uma saliência bem visível[3] (mas não no género centrostephanus). a maior parte das espécies dispõe de órgãos fotossensíveis na parte superior da testa, o que lhes permite ver para cima e assim orientar os espinhos face a uma eventual ameaça.[4]. o esqueleto (designado por testa) é ligeiramente flexível, arredondado e globoso, mas ganha uma conformação mais achatada na fase adulta. as placas ambulacrárias apresentam trêspares de poros aquíferos (poros trigeminados). as placass interambulacrárias apresentam diversos grandes tubérculos isométricos (perfurados e e quase sempre crenulados) formando alinhamentos. o disco apical é reduzido e geralmente hemicíclico, com as placas genitais projectadas distalemente. o peristoma é pequeno, rodeado por entalhes bucais arredondados e de pequenos entalhes peri-radiais. o órgão masticatório, a lanterna de aristóteles é do tipo holodôntico, com cinco dentes direitos em forma de cunha, e repousa dentro de um peristome de diametro reduzido.[2] diadema setosum é uma espécie de ouriço-do-mar da família diadematidae. ele possui espinhos ocos e longos. apesar de ser capaz de provocar picadas extremamente dolorosas quando se pisa em cima, o ouriço é apenas um pouco venenoso e não representa uma séria ameaça para o ser humano.[1] sinônimos • centrechinus setosus (leske, 1778) • centrostephanus setosum(leske, 1778) • centrostephanus setosus(leske, 1778) • cidaris tenuispina philippi, 1845 • cidarites diadema (gmelin, 1788) • diadema lamarcki (gmelin, 1788) • diadema nudum a. agassiz, 1863 • diadema saxatile (linnaeus, 1758) • diadema setosa (leske, 1778) • diadema setosum f. depressa dollfus & roman, 1981 • diadema turcarum schynvoet, 1711 • echinometra setosa rumphius, 1705 • echinus diadema gmelin, 1788 • echinus saxatilis linnaeus, 1758 •

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os diadematidae são ouriços-do-mar geralmente de dimensões comparativamente grandes, providos de longos espinhos (os radíolos) cónicos, ocos e dispostos em grupos bem delimitados que respeitam uma simetria penta-radial, suportados por tubérculos perfurados bem salientes.[2] os espinhos são geralmente anelados nos juvenis, e ganham coloraçção variável, gerlamente cores mais escuras,nos adultos, mas podem manter as suas estrias. os radíolos secundários, mais finos e mais curtos e, muitas vezes, de coloração diferente, são geralmente equipados com glândulas de veneno, o qual pode causar dor intensa na picada, mas sem grande perigo para os humanos. os ouriços-do-mar deste grupo são por vezes totalmente negros, ou castanho-escuros, mas alguns são muito coloridos (por exemplo astropyga magnifica). a face aboral dos seus corpos apresenta geralmente zonas nuas, decoradas por motivos coloridos, em gerla com cores lumiosas e contrastantes. a papila anal, caraacterística, é geralmente volumosa, formando uma saliência bem visível[3] (mas não no género centrostephanus). a maior parte das espécies dispõe de órgãos fotossensíveis na parte superior da testa, o que lhes permite ver para cima e assim orientar os espinhos face a uma eventual ameaça.[4]. o esqueleto (designado por testa) é ligeiramente flexível, arredondado e globoso, mas ganha uma conformação mais achatada na fase adulta. as placas ambulacrárias apresentam trêspares de poros aquíferos (poros trigeminados). as placass interambulacrárias apresentam diversos grandes tubérculos isométricos (perfurados e e quase sempre crenulados) formando alinhamentos. o disco apical é reduzido e geralmente hemicíclico, com as placas genitais projectadas distalemente. o peristoma é pequeno, rodeado por entalhes bucais arredondados e de pequenos entalhes peri-radiais. o órgão masticatório, a lanterna de aristóteles é do tipo holodôntico, com cinco dentes direitos em forma de cunha, e repousa dentro de um peristome de diametro reduzido.[2] diadema setosum é uma espécie de ouriço-do-mar da família diadematidae. ele possui espinhos ocos e longos. apesar de ser capaz de provocar picadas extremamente dolorosas quando se pisa em cima, o ouriço é apenas um pouco venenoso e não representa uma séria ameaça para o ser humano.[1] sinônimos • centrechinus setosus (leske, 1778) • centrostephanus setosum(leske, 1778) • centrostephanus setosus(leske, 1778) • cidaris tenuispina philippi, 1845 • cidarites diadema (gmelin, 1788) • diadema lamarcki (gmelin, 1788) • diadema nudum a. agassiz, 1863 • diadema saxatile (linnaeus, 1758) • diadema setosa (leske, 1778) • diadema setosum f. depressa dollfus & roman, 1981 • diadema turcarum schynvoet, 1711 • echinometra setosa rumphius, 1705 • echinus diadema gmelin, 1788 • echinus saxatilis linnaeus, 1758 •

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os diadematidae são ouriços-do-mar geralmente de dimensões comparativamente grandes, providos de longos espinhos (os radíolos) cónicos, ocos e dispostos em grupos bem delimitados que respeitam uma simetria penta-radial, suportados por tubérculos perfurados bem salientes.[2] os espinhos são geralmente anelados nos juvenis, e ganham coloraçção variável, gerlamente cores mais escuras,nos adultos, mas podem manter as suas estrias. os radíolos secundários, mais finos e mais curtos e, muitas vezes, de coloração diferente, são geralmente equipados com glândulas de veneno, o qual pode causar dor intensa na picada, mas sem grande perigo para os humanos. os ouriços-do-mar deste grupo são por vezes totalmente negros, ou castanho-escuros, mas alguns são muito coloridos (por exemplo astropyga magnifica). a face aboral dos seus corpos apresenta geralmente zonas nuas, decoradas por motivos coloridos, em gerla com cores lumiosas e contrastantes. a papila anal, caraacterística, é geralmente volumosa, formando uma saliência bem visível[3] (mas não no género centrostephanus). a maior parte das espécies dispõe de órgãos fotossensíveis na parte superior da testa, o que lhes permite ver para cima e assim orientar os espinhos face a uma eventual ameaça.[4]. o esqueleto (designado por testa) é ligeiramente flexível, arredondado e globoso, mas ganha uma conformação mais achatada na fase adulta. as placas ambulacrárias apresentam trêspares de poros aquíferos (poros trigeminados). as placass interambulacrárias apresentam diversos grandes tubérculos isométricos (perfurados e e quase sempre crenulados) formando alinhamentos. o disco apical é reduzido e geralmente hemicíclico, com as placas genitais projectadas distalemente. o peristoma é pequeno, rodeado por entalhes bucais arredondados e de pequenos entalhes peri-radiais. o órgão masticatório, a lanterna de aristóteles é do tipo holodôntico, com cinco dentes direitos em forma de cunha, e repousa dentro de um peristome de diametro reduzido.[2] diadema setosum é uma espécie de ouriço-do-mar da família diadematidae. ele possui espinhos ocos e longos. apesar de ser capaz de provocar picadas extremamente dolorosas quando se pisa em cima, o ouriço é apenas um pouco venenoso e não representa uma séria ameaça para o ser humano.[1] sinônimos • centrechinus setosus (leske, 1778) • centrostephanus setosum(leske, 1778) • centrostephanus setosus(leske, 1778) • cidaris tenuispina philippi, 1845 • cidarites diadema (gmelin, 1788) • diadema lamarcki (gmelin, 1788) • diadema nudum a. agassiz, 1863 • diadema saxatile (linnaeus, 1758) • diadema setosa (leske, 1778) • diadema setosum f. depressa dollfus & roman, 1981 • diadema turcarum schynvoet, 1711 • echinometra setosa rumphius, 1705 • echinus diadema gmelin, 1788 • echinus saxatilis linnaeus, 1758 •

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alguns benefícios ate a certificação do sistema da qualidade) alguns benefícios da implantação de um sistema de qualidade em uma organização podem ser: tornar a  empresa mais organizada. padronizar e garantir maior eficiência de processos. reduzir custos operacionais. proporcionar maior satisfação de clientes. a implantação de um sistema de gestão da qualidade possibilita a organização, padronização e eficiência dos processos, refletindo na qualidade dos produtos, redução dos custos operacionais e prevenção de recall e como resultado: clientes ainda mais satisfeitos e, consequentemente, maior faturamento para a empresa. o processo de implementação proposto aqui divide-se em cinco etapas, incluindo a etapa inicial de diagnóstico pré-implementação denominada: etapa 0: diagnóstico da gestão da qualidade etapa 1: levantamento de necessidades e planejamento do sistema etapa 2: projeto do sistema etapa 3: implantação etapa 4: auditoria de certificação etapa 1:levamento de necessidades e planejamento do sistema esta etapa inicia-se com a definição de uma equipe responsável pela condução da implementação do sistema. essa equipe deve ser formada por pelo menos um membro da alta direção da organização e por pessoas designadas pela direção para assumir responsabilidades com a implementação do sistema. etapa 2:o projeto dos processos de gestão da qualidade esta é a fase de maior duração, em que os processos e respetivos documentos são desenvolvidos. como a implementação dos processos de gestão provavelmente levará à criação de novos documentos,  primeira tarefa desta fase consiste em definir qual será o padrão de documentação, caso a empresa ainda não tenha um. etapa 3: a implementação a terceira etapa do processo corresponde à implantação do sistema, ou seja, a colocação dos procedimentos em prática. a implantação deve ser feita à medida que os procedimentos vão sendo desenvolvidos, o que possibilita a identificação de necessidades de ajustes. assim, nessa etapa de implantação, as seguintes atividades devem ser desenvolvidas: treinamento nos procedimentos de trabalho; implantação dos processos, procedimentos e outros documentos; revisão dos processos, procedimentos e documentos; treinamento de auditores internos; auditoria interna; análise de auditorias e definição de planos de ação; acompanhamento de ações de melhoria (análise crítica). etapa 4: auditoria de certificação esta etapa conclui o processo de implementação com a certificação do sistema da qualidade.

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alguns benefícios ate a certificação do sistema da qualidade) alguns benefícios da implantação de um sistema de qualidade em uma organização podem ser: tornar a  empresa mais organizada. padronizar e garantir maior eficiência de processos. reduzir custos operacionais. proporcionar maior satisfação de clientes. a implantação de um sistema de gestão da qualidade possibilita a organização, padronização e eficiência dos processos, refletindo na qualidade dos produtos, redução dos custos operacionais e prevenção de recall e como resultado: clientes ainda mais satisfeitos e, consequentemente, maior faturamento para a empresa. o processo de implementação proposto aqui divide-se em cinco etapas, incluindo a etapa inicial de diagnóstico pré-implementação denominada: etapa 0: diagnóstico da gestão da qualidade etapa 1: levantamento de necessidades e planejamento do sistema etapa 2: projeto do sistema etapa 3: implantação etapa 4: auditoria de certificação etapa 1:levamento de necessidades e planejamento do sistema esta etapa inicia-se com a definição de uma equipe responsável pela condução da implementação do sistema. essa equipe deve ser formada por pelo menos um membro da alta direção da organização e por pessoas designadas pela direção para assumir responsabilidades com a implementação do sistema. etapa 2:o projeto dos processos de gestão da qualidade esta é a fase de maior duração, em que os processos e respetivos documentos são desenvolvidos. como a implementação dos processos de gestão provavelmente levará à criação de novos documentos,  primeira tarefa desta fase consiste em definir qual será o padrão de documentação, caso a empresa ainda não tenha um. etapa 3: a implementação a terceira etapa do processo corresponde à implantação do sistema, ou seja, a colocação dos procedimentos em prática. a implantação deve ser feita à medida que os procedimentos vão sendo desenvolvidos, o que possibilita a identificação de necessidades de ajustes. assim, nessa etapa de implantação, as seguintes atividades devem ser desenvolvidas: treinamento nos procedimentos de trabalho; implantação dos processos, procedimentos e outros documentos; revisão dos processos, procedimentos e documentos; treinamento de auditores internos; auditoria interna; análise de auditorias e definição de planos de ação; acompanhamento de ações de melhoria (análise crítica). etapa 4: auditoria de certificação esta etapa conclui o processo de implementação com a certificação do sistema da qualidade.

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resumo dos principais atributos pessoais • entusiasmada, altamente adaptável e mostrando boas habilidades de gestão e liderança técnica conduzindo estudos técnicos em uma área que inclui orientação e treinadora de equipes microeconomia, contribuições funcionais como secretaria de senado ponto focal para painéis de senado, oradora no debate. • forte compreensão dos requisitos e histórico na aquisição de dados ou projeto empreendido desde o enquadramento de um projeto, fase de concepção, monitoramento, controle de qualidade e avaliação dos dados e fornecer relatórios de todo o processo e análise de dados para a gestão em documentos e comunicado verbalmente nas reuniões. • experiência em envolvimento com partes externas, como empreendimentos conjuntos (joint ventures). • comunicação escrita e oral clara e concisa. • habilidades de planejamento e organização para gerenciar o trabalho com eficiência, incluindo manutenção de equipamentos e questões de saúde e segurança ocupacional dentro e fora do escritório. • bom cuzinhar de equipe e habilidades interpessoais desenvolvidas por meio de funções em funções de exploração e desenvolvimento e interação com outras funções.

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see discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/293981401 representaÇÃo identitÁria em timor-leste: culturas e os media thesis · december 2012 doi: 10.13140/rg.2.1.2489.0644 citations 2 reads 7,219 1 author: some of the authors of this publication are also working on these related projects: compreender a educação física em timor-leste: um estudo preliminar view project ruy cinatti, etnógrafo e poeta | ruy cinatti, ethnographer and poet view project vicente paulino universidade nacional timor lorosa'e 25 publications 10 citations see profile all content following this page was uploaded by vicente paulino on 12 february 2016. the user has requested enhancement of the downloaded file. universidade de lisboa faculdade de letras departamento anglÍstico representaÇÃo identitÁria em timor-leste culturas e os media vicente paulino ___________________________________________________ doutoramento em ciências da cultura especialidade comunicação e cultura http://repositorio.ul.pt/handle/10451/7402 2012 universidade de lisboa faculdade de letras departamento anglÍstico representaÇÃo identitÁria em timor-leste culturas e os media vicente paulino tese orientada por professor doutor ernesto rodrigues ___________________________________________________ doutoramento em ciências da cultura especialidade comunicação e cultura 2012 a presente tese teve o apoio financeiro da fundação calouste gulbenkian À memória dos meus avós miguel barreto, alarico leso e regina soi dos santos e duma forma muito especial à memória da minha avó boe-mau. agradecimentos elaborar um trabalho académico é uma aventura única na vida de um „ser‟ aprendente. este aprendente rema o seu barco no mar azul, viajando para „além‟ do horizonte com nevoeiro plasticizado e desconhecido. este „além‟ é o horizonte ilimitado que o aprendente procurará conquistar através do seu „sonho desafiador‟, com o fim de encontrar o „sonho de progresso‟ que, de certo modo, é um processo realizado através do esforço físico e psicológico. sentidamente, queremos agradecer a todos quantos deram o seu melhor contributo, fosse de que forma fosse, na construção deste „sonho de progresso‟, levando-o no barco de „esperança‟ a bom porto. ao professor doutor ernesto rodrigues que me orientou com paciência e sabedoria, pela sugestão e crítica que se impunham e pela disponibilidade e amizade que sempre me dispensou, um muito obrigado. À fundação calouste gulbenkian pela bolsa concedida e à uccla pela disponibilização do alojamento. ao professor doutor david kennet jackson, da universidade yale, e ao responsável da biblioteca da universidade yale, pela disponibilização do precioso material jornalístico (cópia do microfilme a voz de timor), sem o qual este trabalho ficaria incompleto. aos professores do departamento anglístico da faculdade de letras da universidade de lisboa, especialmente o professor doutor manuel frias martins, a professora doutora teresa malafaia, a professora doutora angélica varanda, o professor doutor carlos gouveia, o professor doutor ernesto rodrigues, pelos valiosos percursos das suas disciplinas. aos amigos: filomena da imaculada conceição pinto, manuel caldas e família, andré faria e família, higino faria e família, malaquias e família, pela amizade de longos anos que sempre dispensaram, um muito obrigado. iv ao amigo lúcio sousa, pela amizade e troca de ideias; à amiga sabina da fonseca, pelas dicas sobres os termos do fataluku e pela revisão dos textos; à cláudia castelo, pela disponibilização da „lista do espólio documental de ruy cinatti do museu nacional de etnologia‟, sem a qual não poderia justificar a existência dos “vocabulários timorenses”. aos colegas da equipa do projecto as ciências da classificação antropológica em timor português, financiado pela fct (ref.ª hc/0089/2009): ricardo roque, gonçalo antunes, frederico delgado rosa, lúcio sousa, cláudia castelo, pela amizade e partilha de conhecimentos. aos meus pais manuel e agostinha, ao meu irmão mateus, ao meu irmão salomão e família, pelo vosso incondicional apoio e carinho. v epígrafe deus quis, o homem sonha, a obra nasce (fernando pessoa) repito a corrida na memória quando estou parado […] sei que estou em viagem na palavra que se move (faria) recordo a corrida da minha infância quando estou adormecido, sei que estou em viagem na memória que se move; quando estou acordado, sei que estou em tudo do nada. (paulino) porém, “sei que nada sei” (sócrates) vi resumo este trabalho de investigação incide na análise dos traços culturais timorenses como fundamento da construção da sua identidade. timor-leste é constituído por um conjunto de crenças, costumes, ideias e valores, bem como de artefactos, objectos e instrumentos materiais que devem ser valorizados e desenvolvidos através de estudos mais pormenorizados, como destacaremos, sobretudo, na análise dos dois jornais – seara e a voz de timor. a concepção de traços culturais como instrumento para legitimar discursos e acções da construção de uma representação identitária dá-se também em timor, em que a comunicação e a cultura se intersectam na vivência colectiva. por isso, a comunicação é muito importante para uma compreensão mútua entre diferentes culturas em busca de uma unidade para o bemestar comum. É necessário salientar que o povo de timor, em virtude do seu legado cultural, construiu a própria habitação, ou knua, que passou a ser considerada a representação simbólica da identidade pessoal e colectiva. importa sublinhar, também, que a legitimação da soberania de timor-leste como estado-nação é resultado do contributo dado pelos media, desde 1975 até 1999. timor-leste é um país multilingue e multicultural, um país „mestiço na língua e na cultura‟. assim, a língua não é em si mesma uma afirmação estática, mas está ligada à dinamização do sentimento de pertença, muitas vezes partilhada com outras ideias de etnicidade, religião e história comum. desta forma, o campo da comunicação e o universo da cultura constituem âmbitos de vasto alcance para os investigadores, pois respeitam a actividades humanas que se foram desenvolvendo à medida do homem e das sociedades, levando-nos a clamar ao mundo que a “minha pátria é a minha cultura” (paulino, 2012a). pretendemos desta forma caracterizar, reconhecer e identificar os elementos essenciais que configuram e formulam a identidade timorense, recorrendo a uma recensão de conteúdos literários e mediáticos que se encontram por trabalhar, o que permite o desenvolvimento de uma pesquisa inovadora no contexto dos estudos culturais e dos media sobre timor-leste. palavra-chave: cultura e comunicação, língua e línguas timorenses, seara e a voz de timor, identidade timorense, casas sagradas, agenda dos media. vii abstract this research focuses primarily on the analysis of timorese cultural traits as the basis for the construction of their identity. east timor is constituted of a set the beliefs, customs, ideas, values and the artifacts, objects and materials instruments that should be valued and developed through more detailed studies, such as highlight, especially in the analysis of two newspapers - seara and a voz de timor. the concept of cultural traits as a tool for legitimizing discourses and the actions building a collective identity representation, which also occurs in timor, in which communication and culture intersect in the collective experience of the timorese people. therefore, communication is very important for mutual understanding between different cultures in search of a unit for collective well-being commonplace. it should be noted that the people of timor, by virtue of their cultural heritage, built his house, so knua building, which has been considered the symbolic representation of their personal and collective identity. it should be noted also that the legitimacy of the sovereignty of east timor as a nation-state is the result of the contribution of media, from 1975 until 1999. east timor is a multilingual and multicultural country, so should characterize it as a country „mixed in language and culture‟. thus, the language is not in itself a static statement, but rather, is linked to stimulation of the sense of belonging, often shared with other ideas to share as ethnicity, religion and common history. thus, the field of communication and the world of culture are areas of broad scope for researchers, because of course relate to human activities that have been developed depending on the evolution of man and society, that even one day, one of us will exclaim to world that “my motherland is my culture” (paulino, 2012a). the aim is thus to characterize, recognize and identify the essential elements that shape and formulate timorese identity, using a recension of literary content and media that are to work, allowing the development of an innovative research in the context of cultural studies and the media about east timor. key-words: culture and communication, language and timorese language, seara and a voz de timor, timorese identity, sacred houses, media agenda viii Índice geral agradecimentos iv resumo vii abstract viii Índice das figuras, gráficos, tabelas xiv introdução 1 1. objectivos e metodologia 3 2. explicitações e fundamentações teóricas 8 2.1. as dimensões da cultura 8 2.2. identidade 13 2.3. dimensões da representação 16 2.4. comunicação e cultura 19 2.5. língua e cultura 21 primeira parte – os traços culturais como fundamento da construção de uma 25 identidade timorense capítulo 1 – diversidade identitária cultural e representação estrutural da 29 sociedade timorense 1. consideração prévia 29 2.povos e territórios 31 2.1. os mitos e as crenças do povo de timor 31 2.2. a génese dos timorenses 34 2.3. estrutura organizacional dos reinos e suas fronteiras 38 2.4. a identidade territorial timorense 44 2.5. a vida social vista na sua tradição 47 3. a palavra lisan como análogo de cultura 52 4. nahe biti boot como matriz da democracia e da justiça social dos timorenses 57 5. considerações finais 60 ix capítulo 2 – linguagem artística e simbólica da uma (casa) e uma-lúlik 63 (casa sagrada) 1. consideração prévia 63 2. linguagem artística, simbólica e arquitectónica de uma e uma-lúlik 65 3. a função de uma e uma-lúlik na vida social, política e económica timorense 69 4. dos seus significados como metáfora da nação 72 4.1. do bunak 78 4.2. do makasae 81 4.3. do mambae 84 4.4. do tétum 87 4.5. do quemak 90 5. considerações finais 92 capítulo 3 – as línguas de timor-leste 95 1. consideração prévia 95 2. língua materna de cada grupo étnico 96 3. o tétum: tétum-térik e tétum-praça 102 3.1. a contribuição da igreja católica no desenvolvimento do tétum 104 3.2. a nacionalização do tétum 105 4. a língua portuguesa em timor 107 4.1. como veículo da administração 108 4.2. como veículo de instrução 110 4.3. a proibição da língua portuguesa e a imposição da bahasa indonésia 113 4.4. língua portuguesa e resistência timorense 115 4.5. reintrodução do português como símbolo de reafirmação 116 da identidade nacional 5. considerações finais 121 segunda parte – imprensa católica e imprensa do governo colonial 123 capítulo 4 – seara – boletim eclesiástico da diocese de díli 127 1. consideração prévia 127 2. seara: jornalismo católico em timor 129 x 2.1. os objectivos na perspectiva editorial e a vida da publicação 130 2.2. seara: a aproximação possível entre o jornalismo e fé 136 2.3. seara como jornalismo de catequese e pedagogia 139 2.4. a moral cristã e religiosa são temas principais da seara 141 2.5. relação entre redactores, leitores e assinantes 146 2.6. o total artigos publicados pela seara 150 3. o conteúdo do jornal, redactores e colaboradores 152 3.1. formato 152 3.2. aspecto da capa, sumário e ficha técnica 153 3.3. preço 156 3.4. redactores e colaboradores 157 4. a propaganda e a relação entre a igreja e o poder colonial 157 5. artigos de opinião mais representativos 161 6. a igreja católica, educação e nacionalismo timorenses 164 6.1. educação 165 6.2. seara e nacionalismo timorense 171 7. lendas e tradições timorenses na seara 173 7.1. lendas e contos timorenses na seara 174 7.1.1. lendas mitológicas 176 7.1.2. lendas totémicas 183 7.1.3. contos mestiços 186 7.2. tradições e costumes abordados na seara 191 7.2.1. visões sobre díli e tutuala 192 7.2.2. visões sobre barlaque 194 7.2.3. a invenção da alma timorense 197 8. considerações finais 204 capítulo 5 – o semanário a voz de timor 205 1. consideração prévia 205 2. a voz de timor: um jornalismo colonial 205 2.1. os objectivos na perspectiva editorial e a vida da publicação 209 2.2. o conteúdo do jornal, redactores e colaboradores 213 xi 2.2.1. formato/estilo 213 2.2.2. aspecto da primeira página 214 2.2.3. secções gerais e específicas 216 2.2.4. título do jornal e o título de informação 217 2.2.5. ficha técnica 219 2.2.6. tiragem, preço e circulação de publicação 219 2.2.7. redactores e colaboradores 220 3. género jornalístico 222 3.1. a divulgação de notícias 223 3.1.1. a divulgação de notícias da metrópole, internacionais e das 224 restantes colónias 3.1.2. a divulgação de notícias locais 227 3.2. apelos ou anúncios aos leitores ou assinantes 230 3.3. a interacção entre leitores-redactores 230 4. a propaganda política da metrópole sobre as suas colónias 234 5. artigos de opinião mais representativos 238 6. as autoridades coloniais: discurso e as suas acções 241 6.1. educação 244 6.2. saúde 247 6.3. transportes, telecomunicações e serviços postais 249 6.4. economia 251 6.5. turismo 254 7. os traços culturais timorenses n‟a voz de timor 255 7.1. lendas 257 7.2. as artes timorenses 258 7.3. barlaque 261 8. considerações finais 267 terceira parte – a formação da identidade nacional e a agenda dos media 269 de 1975 a 1999 capítulo 6 – para clarificação do conceito da identidade timorense 271 1. consideração prévia 271 xii 2. o colonialismo português e o discurso da definição do conceito 272 de identidade timorense 3. memória e nacionalismo timorense na construção da identidade nacional 279 4. unidade e etnicidade imaginada no timor pós-colonial e da 283 resistência: questão do firaku e kaladis 5. a importância da unidade e etnicidade na construção do estado-aação 287 timorense 6. o paradigma mauberiano e etnicidade como símbolo da identidade nacional 291 7. considerações finais 294 capítulo 7 – a agenda dos media em timor-leste de 1975-1999 297 1. consideração prévia 297 2. controlo dos media e as armas silenciosas 298 2.1. máscara do silêncio: a morte de cinco jornalistas estrangeiros 303 2.2. timor-leste nos jornais australianos e indonésios (1975-1988) 307 3. período de despertar, de explosão e de consolidação (1989-1996) 316 3.1. a visita do papa 318 3.2. o massacre de santa cruz: o silêncio quebrado 320 3.3. nobel da paz 329 4. a dimensão de ética e política da opinião pública 329 4.1. o jornalista e a prova da resistência 335 4.2. timor-leste nas páginas do diário de notícias e do expresso 340 4.2.1. diário de notícias 341 4.2.2. semanário expresso 344 5. fase de consagração 348 6. considerações finais 353 conclusão 355 bibliografias 361 anexos 383 xiii Índice das figuras, gráficos e tabelas figuras: figura 1 – mapa de timor-leste 28 figura 2 – exemplo organização social tradicional dos timorenses 41 figura 3 – danças timorenses tebe e bidu do grupo de bei gua 49 figura 4 – adat enquanto centro de vida comunitária 53 figura 5 – cartaz junto à biblioteca xanana gusmão de díli e cartaz na rua de 61 arredor de díli figura 6 – arquitectura e tipologia da casa timorense 66 figura 7 – a função da casa sagrada 71 figura 8 – a representação simbólica da casa 76 figura 9 – mapa das línguas locais faladas em timor-leste 97 figura 10 – a posição da seara na época colonial e pós-colonial 131 figura 11 – o espaço genérico da acção do jornalismo católico 131 figura 12 – capa da seara do ano 5, nº 3 de 1953 153 figura 13 – capa da seara do ano 8, nº 1 de 1956 153 figura 14 – capa da seara do ano 8, nº 2 de 1956 154 figura 15 – capa da seara do ano 10, nº 2 de 1958 154 figura 16 – capa e resumo das notícias do ano 1, nº 1 de 1949 155 figura 17 – resumo de notícias na segunda página, ano 5, nº 3 de 1953 155 figura 18 – o título do jornal a voz de timor 215 figura 19 – logótipo d‟a voz de timor 216 figura 20 – título do jornal a voz de timor e respectivos elementos que constituem 218 a ficha técnica figura 21 – título do jornal a voz de timor e respectivos preços na página 4 e 6 220 figura 22 – apelos da direcção do jornal aos seus leitores e assinantes 230 figura 23 - o triângulo da comunicação política no esquema da resistência timorense 338 xiv gráficos: gráfico 1 – evolução das principais línguas timorenses, 1961-2001 96 gráfico 2 – cobertura noticiosa local pela seara de 1949 até 1973 segundo a 135 proveniência geográfica da informação gráfico 3 – artigos publicados pela seara segundo o ano 151 de publicação (1949 até 1973) gráfico 4 – artigos publicados pela seara de 1949 até 1973 segundo a 151 caracterização do tema gráfico 5 – percentagem dos alunos matriculados 1953 a 1961 169 gráfico 6 – artigos publicados pel‟a voz de timor segundo a caracterização do tema 210 gráfico 7 – artigos publicados pel‟a voz de timor segundo o género jornalístico 223 gráfico 8 – cobertura noticiosa d‟a voz de timor segundo a proveniência 226 geográfica da informação gráfico 9 – cobertura noticiosa local pel‟a voz de timor segundo a proveniência 228 geográfica da informação gráfico 10 – os alunos matriculados no ensino primário em 1965 segundo a 244 caracterização das regiões gráfioco 11 – artigos publicados pela imprensa australiana e outra imprensa 208 estrangeira, entre 11 de agosto e 1 de outubro de 1975 gráfico 12 – o volume de notícias publicadas pela imprensa australiana e outra 309 imprensa estrangeira sobre a invasão iminente, outubro e novembro de 1975 gráfico 13 – a cobertura dos jornais australianos sobre os acontecimentos 314 em timor, 1975-1993 gráfico 14 – timor-leste nas páginas do diário de notícias, 1975-1982 342 gráfico 15 – artigos sobre timor-leste publicados pelo expresso segundo o 344 ano de publicação tabelas: tabela 1 – o exemplo de classificação da casa sagrada da população de vemasse 83 tabela 2 – as casas sagradas do kemak de ritabou atas, maliana 92 tabela 3 – exemplo do pronome pessoal e da preposição da frase em língua bunak 98 tabela 4 – exemplo do pronome pessoal em língua makasae 99 xv tabela 5 – registo demográfico da igreja católica de timor 132 tabela 6 - artigos de opinião mais representativos na seara 162 tabela 7 – alunas matriculadas no colégio imaculada conceição de soibada 168 em 1958/1959 tabela 8 – lendas e contos timorenses publicados na seara 175 tabela 9 – artigos de opinião mais representativos publicados pel‟a voz de timor, 238 carácter narratológico literário e jornalístico tabela 10 – artigos de opinião que integram a categoria da crónica desportiva 239 tabela 11 – o movimentos dos alunos no ensino primário e liceal 245 na década de 1959 até 1969 tabela 12 - dados das alfândegas de timor relativos aos anos de 1970 a 1974 253 tabela 13 - estrutura da informação na categoria Ásia 330 xvi 1 introdução os debates teóricos em torno das ques

Tetun

Última actualización: 2021-05-12
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